Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Aah... o Dunga! :)

Ponto pro Luis Fernando Veríssimo na coluna de hoje (26/06/06) na Zero Hora!
Ok. Antes que me crucifiquem, deixa eu esclarecer uma coisa. Eu não sou, nem de perto, a pessoa mais apta pra opinar sobre futebol. Gremista, sim! Torço e procuro acompanhar (um pouco) o meu time. Só. O caso é que a seleção brasileira passa por maus tempos e isso está nos jornais. Como futura jornalista, preciso me informar.
Hoje a coluna do Veríssimo despertou uma leve revolta que, nas raras vezes em que acompanho o futebol, me perturba.
Vou confessar um coisa. O dunga foi minha paixão platônica de infância. Tudo começou na copa de 94 quando eu tinha uns... 5 anos. Não, não, claro que, aos meus 5 anos eu não tinha paixões platônicas. Mas foi a partir daí que eu comecei a tomar conhecimento dos jogadores. E o Dunga... puxa, Dunga! A começar pelo nome! Já desperta o interesse infantil, sabe.. sete anões e tal (que associação...). Naquela época eu via o Dunga como um personagem, como uma criança da época via a Xuxa. O.o! Ok, fui infeliz na comparação. Mas... vocês estão me entendendo? O que eu quero dizer é... sem malícia!
Aí o tempo vai passando e tu percebes que aquele ídolo de infância é também...digamos, interessante! Resumo da história: eu sempre fui fã do Dunga! É, fiquei desapontada quando ele jogou no Inter, mas enfim, ócios do ofício.
O caso é que agora, como técnico da seleção, Dunga não passa pela sua melhor fase e, convenhamos, torcedor de futebol é extremamente impiedoso! Diria até injusto muitas vezes! E o Veríssimo trata disso na coluna de hoje. Usa como exemplo o diálogo que ouviu em uma viagem da Califórnia à Dallas, durante o Mundial de 94, quando ele e outros jornalistas acompanhavam a seleção nos jogos. Na conversa, o Dunga era criticado por nunca acertar passes. Veríssimo, então, lembra da importância que Dunga teve na Copa dos Estados Unidos e, justamente o lançamento longo que fez para Bebeto marcar o gol da vitória do jogo da véspera (Brasil 1 x 0 Estados Unidos, na Califórnia).
São essas coisas que me deixam revoltada no futebol! A facilidade com que a torcida cai em cima do jogador, ou técnico, quando os resultados não são satisfatórios. Tudo bem! Reclamar, cobrar, certo! Mas na maioria das vezes não é assim qua a coisa funciona. O torcedor simplesmente esquece do que o jogador, ou o técnico, já fez de bom para o time (nos caso dos que já fizeram, claro). Me impressiona como alguém pode ser idolatrado num momento e, pouco tempo depois, tratado como a maior aberração em campo. É como se o mesmo jogador se dividisse em duas pessoas: a que faz as besteiras hoje definitivamente não é a mesma que trouxe benefícios para o time ontem. Em vez de incentivar (o que na minha opinião é um dos principais deveres da torcida) acabam terminando com o jogador. Convenhamos, a auto-estima de um jogador de futebol tem que ser muito firme (a da mãe dele também).
Só estou sendo justa.
Mas, voltando ao Dunga. Morri de pena quando vi ele receber aquelas vaias, e tudo mais, no último jogo. Certo, mais uma confissão: nessa hora eu não fui a torcedora, e sim, a fã do Dunga, da figura do Dunga. Voltei à minha infância. É só uma má fase.... Todos passam por fases ruins, não passam?

Segunda-feira, 2 de Junho de 2008

Utilização de novas técnicas no jornalismo

A profissão do jornalista pode ser definida como o ato de detectar, reunir e difundir notícias ou fatos à população. Mas a atividade jornalística em si transcende este conceito mecânico da profissão. Há um compromisso com a sociedade. A mídia exerce uma função de difusora da democracia à medida que disponibiliza informações ao público para que este desenvolva sua opinião própria e tenha condições de interferir de forma sensata no sistema. Por isso o dever do jornalista é veicular o que é de interesse público.
O que ocorre atualmente é a multiplicação de meios facilitadores no trabalho do jornalista. O avanço da tecnologia trouxe instrumentos que agilizam a transmissão de dados, diminuem o volume de aparelhos necessários na produção de uma matéria ou reportagem e economizam tempo. Como exemplo, pode-se citar o telex, uma máquina utilizada antigamente para enviar textos de outras cidades para as redações dos jornais. No telex (máquinas de proporções enormes, comparadas com os modernos lap-tops) digitava-se os textos que seriam enviados às redações através de sinais telefônicos, correndo o risco da linha telefônica cair e o texto ter que ser digitado novamente.
Não só a imprensa escrita, a tecnologia inovou também a maneira de difundir a imprensa visual. Câmeras fotográficas digitais foram popularizadas e imagens podem ser publicadas quase instantaneamente. Além da fotografia, filmadoras de alta resolução e de tamanho reduzido facilitam a produção de vídeos veiculados na televisão e na web. Tudo isso amparado na facilidade de transmissão de dados que a internet disponibiliza.
O novo aparato tecnológico não traz benefícios somente ao jornalista, mas principalmente ao público receptor que tem maior acesso à informação. Esses recursos influenciam, além da produção, a qualidade do que é transmitido.
Infelizmente, muito do que se vê na mídia atual é retrato de um jornalismo que faz uso das novas técnicas de maneira irresponsável. A câmera escondida, recurso muito utilizado no jornalismo investigativo contemporâneo, exemplifica o uso da tecnologia que se choca com valores éticos. Matérias de denúncias veiculadas na mídia fazem uso desse aparelho como técnica que comprova acusações de interesse público. O apelo visual da matéria é bastante forte, o que amplia repercussão que ela ocasionará. Sob o aspecto sensacionalista destes casos esconde-se a transgressão dos valores. A grande maioria das gravações feitas por câmeras escondidas e utilizadas em matérias veiculadas em telejornais são feitas sem autorização judicial, o que as impedem de servir como provas legais. Ou seja, estão apenas espetacularizando os fatos. A justificativa de que o método é válido para expor roubos, injustiças ou qualquer escândalo que seja de interesse público, também é questionável. Quando o jornalista finge ser outra pessoa para obter uma confissão que estará sendo registrada pela câmera escondida também está cometendo o crime, previsto em lei, de falsa identidade. No mínimo, o jornalista mente para obter uma prova.
Os casos remetem à questão: um crime pode justificar o outro?
Hoje em dia, o valor mercadológico das notícias tem relevância muito maior do que há tempos atrás, quando o jornalismo ainda não desfrutava de toda tecnologia atual. A corrida pelo furo de reportagem e, conseqüentemente, o destaque do jornalista dentro da sua empresa, muitas vezes, coloca em segundo plano valores e ética. Uma reportagem de jornalismo investigativo, através de coletas de dados, entrevistas, pesquisas, pode vir a incentivar a polícia ou o Ministério Público para que estes sim, com autorização judicial, façam gravações que servirão como provas lícitas para um determinado fato. Jornalista não é policial.
A liberdade de imprensa é sempre relembrada em casos de processos contra jornalistas ou empresas de jornalismo, reinvindicando direitos de privacidade (imprescindível ao cidadão) ou de imagem. Mas até mesmo ela torna-se discutível quando ocorre o emprego indevido das técnicas de produção de notícias. A liberdade de imprensa exige bom senso, já que a sua correta utilização favorece o direito à informação. A negligência ocorre quando existe a invasão do espaço alheio, como na utilização de câmeras escondidas. O que seria de interesse público confunde-se com um valor apenas estético e espetacular que tais imagens têm.Com a revolução tecnológica vigente, é de extrema necessidade a discussão sobre a manutenção das novas técnicas utilizadas no jornalismo. É importante estar claro que, por traz de câmeras de alta definição, computadores, softwares de edição de imagem e som, etc., é o ser humano quem opera. A banalização do uso irresponsável da tecnologia no meio jornalístico fere principalmente os direitos constitucionais dos cidadãos e é resultado de uma inversão de valores. Muda-se os métodos, porém os valores e o compromisso do jornalista para com a sociedade deve manter-se acima da promoção que um furo de reportagem lhe confere.

Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Aula de Design mais produtiva do semestre...

Diagramação mosaical... diagramação modular... Le Corbusier aqui... Serifas lá...
Segunda-feira de manhã...
Difícil manter a atenção presa nessa aula! Mas essa segunda foi mais produtiva! Em meio a um monólogo a respeito de diferentes tipos de diagramação de uma página de jornal, suas vantagens e desvantagens, desorganização visual ou linhas de encaixe visual regular, eis que surge a historinha abaixo! Uma homenagem ao melhor professor de Jornalismo da PUC! Fábian! :p


Personagens: Cairo, Mariana e Nicole; Desenho: Mariana






Sábado, 3 de Maio de 2008

Biblioteca Pública nas mãos do Projeto Monumenta

Aí vai para os meus (2 ou 3) leitores a matéria que eu escrevi para a cadeira de Texto em Jornalismo Gráfico, da professora Bete Duarte!
Pela confusão que foi definir a pauta (de jornal de bairro), fazer a matéria valeu a pena! Tive a sorte de encontrar pessoas atenciosas como o seu Arlindo e o seu José, que trabalham na obra, e que me ajudaram imensamente! Seu José com sua simpatia, o que me deixou bem mais à vontade e o seu Arlindo me acompanhando em um "tour" pela biblioteca, a qual eu não conhecia. E conhecer a Biblioteca Pública por dentro é voltar no tempo! Os detalhes do prédio apresentam os estilos neoclássico, rococó, egípcio, gótico e florentino. Lindo!!!
De quebra visitei o Mercado Público, outra ponto histórico de Porto Alegre que há muito tempo não visitava. A Unidade Executiva do Projeto Monumenta fica lá.
Fazer a matéria foi ótimo. Espero que o resultado agrade!

Prédio da Biblioteca Pública do Estado. Rua Riachuelo, centro de Porto Alegre.


BIBLIOTECA PÚBLICA NAS MÃOS DO PROJETO MONUMENTA

Nicole Pandolfo

A Biblioteca Pública do Estado, uma das mais importantes instituições culturais do Rio Grande do Sul, passa por mais uma reforma. Desta vez, é o Projeto Monumenta o responsável pela restauração do prédio que transferiu temporariamente as suas funções para a Casa de Cultura Mário Quintana.

Desde que as obras de restauração da Biblioteca Pública do Estado foram iniciadas, por volta de junho de 2007, o acervo de aproximadamente 200 mil volumes foi transferido para a Casa de Cultura Mário Quintana. Enquanto isso o antigo prédio da Biblioteca, que começou a ser construído em 1912, está nas mãos do Projeto Monumenta, um programa de recuperação do patrimônio cultural urbano brasileiro, executado pelo Ministério da Cultura e financiado pelo BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento.
A construção apresentava problemas de infiltração que colocava em risco antigos azulejos e pinturas históricas. Os desenhos de paredes e tetos estavam frágeis a ponto de descascar devido ao longo tempo de exposição à umidade. Para a solução deste caso, especialistas do Projeto Monumenta aplicaram produtos químicos nas pinturas que as mantêm impermeabilizadas e seguras contra outros agentes externos que poderiam danificá-las.

Em uma das clarabóias, pinturas antigas descobertas durante a remoção
da camada superior de tinta.

Durante a remoção de uma camada de tinta de cor acinzentada das paredes, o encarrregado da obra Arlindo Oliveira conta que os trabalhadores se surpreenderam com a aparição de desenhos que estavam escondidos debaixo da camada removida: “O pessoal do Monumenta nos mandou parar imediatamente por causa desses desenhos. Eles são muito antigos”, conta Arlindo Oliveira. A partir daí, a remoção da camada de tinta passou a ser feita por pessoas especializadas nesse tipo de restauração.

Além da pintura, houve reforma nas calhas, melhorando o escoamento da água da chuva, limpeza do telhado com remoção de limo e troca do piso do terraço ao lado de uma das clarabóias e em outras partes da Biblioteca. O piso da parte interna do prédio também passou por reformas, mas nessa parte houve a preocupação em manter a originalidade: as estruturas de gesso que estavam comprometidas foram recuperadas com uma mistura de cal e areia, a mesma utilizada na construção da Biblioteca.

Reforma no piso de uma das salas da Biblioteca.

O custo total da restauração é de R$ 348.687,34 e, segundo Dóris Saraiva de Oliveira, arquiteta do Projeto Monumenta, a previsão é de que as obras durem mas um mês até que os serviços da Biblioteca Pública do Estado voltem para o prédio original, localizado na Rua Riachuelo, esquina com General Câmara. Porém, mesmo depois da reforma, “Existe uma idéia de que somente uma parte do acervo, as obras mais antigas e de importância histórica, volte para o antigo prédio da Biblioteca”, diz Dóris Saraiva. O restante seria guardado em outro lugar ainda não definido, já que a estrutura do atual prédio pode ser comprometida se continuar comportando os serviços da Biblioteca Pública do Estado.

Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Pra quem curte tecnologia

O blog tá só começando! Aos poucos, quem sabe, eu consiga atribuir uma identidade a ele. Mas por enquanto eu sigo postando textos aleatoreamente, escrevendo sobre assuntos que me parecem interessantes.

Hoje, por exemplo, resolvi abrir uma seção DICAS!
Há algumas aulas atrás, na cadeira de Técnicas Digitais (aliás, uma das minhas favoritas), o professor André Pase, não lembro sob qual contexto, nos mostrou um vídeo produzido pelo americano David Pogue. Também não lembro qual era o vídeo (eu juro que presto atenção nas aulas!), mas achei muito interessante, não só pelo conteúdo, mas pela edição, criatividade do tal David Pogue. Foi o suficiente pra despertar minha curiosidade.
Pogue é colunista de Tecnologia do The New York Times desde 2000. Semanalmente publica vídeos divertidos sobre o assunto no site do jornal (http://www.nytimes.com/) além de manter outras colunas e blogs (http://pogue.blogs.nytimes.com/).
Os vídeos são ótimos! Com muita criatividade, pouca assistência técnica (na maioria, a produção resume-se a ele e a uma câmera), qualidade e um toque de ironia, Pogue traz as últimas inovações, atrações ou bizarrices do mundo tecnológico: apresentação de iPhones, "One Laptop Per Child", comparações entre o Windows Vista e o Mac OS X, dicas de backups na rede, etc. Sempre com muita informação e humor!
Segue alguns dos meus favoritos:

videoA câmera mais rápida do mundo. (Geniaaal!) "Casio's High-Speed Camera"

videoParódia da música My Way, popularizada por Frank Sinatra. "I got an iPhone!!!" (I ain't got an iPhone... YET!)
"iPhone: The Music Video"

PRA QUEM SE INTERESSOU:

Os vídeos de David Pogue são publicados todas as quintas-feiras no site do The New York Times (http://www.nytimes.com/ ), mas também podem ser conferidos no Youtube (com resolução mais alta do que os publicados aqui)!

Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

Fim da cervejinha no estádio

Sucumbi, mais uma vez ao prazer de uma cochilada à tarde. Por mais que eu tente resistir, não há quase nada que me mantenha acordada por muito tempo depois do almoço, a não ser em casos de extrema necessidade – nota-se que hoje não houve um desses.
Mas agora, com os sentidos um pouco mais alerta, aproveito pra dar aqui o meu parecer a respeito do projeto sancionado hoje mesmo pelo governador em exercício Paulo Feijó: a restrição a venda de bebidas alcoólicas em estádios de futebol e ginásios gaúchos.
Sem me aprofundar nos aspectos técnicos do dispositivo aprovado há duas semanas pela Assembléia Legislativa, quero me deter à polêmica que o projeto trouxe à tona. Fui instigada a escrever enquanto ouvia o comentário do Paulo Sant’Ana durante a edição de hoje (2 de abril) do Jornal do Almoço, na RBS TV. Admito que não entendi o posicionamento de Sant’Ana, mas, pelas suas colocações, ele não me pareceu muito favorável à medida tomada para diminuir a violência provocada pelo consumo abusivo de bebidas alcoólicas. Talvez ele não seja contra o dispositivo, mas não esteja contente com a situação em que chegamos.
Logo, o que me veio em mente foi uma frase que costumo ouvir desde criança: “A minha liberdade termina quando começa a do próximo”. Acredito que a falta de entendimento de uma simples filosofia como esta é que implica em medidas como a proibição da tão prazerosa cervejinha durante a partida do seu time. Não há argumentos pra quem negue que o àlcool é o grande colaborador das muitas confusões, brigas e, por vezes, tragédias, que tiram o sossego de quem vai aos estádios torcer pelo seu time. Também não afirmo aqui que este tipo de violência vai se extinguir, afinal, nos arredores dos estádios ou ginásios a venda de bebida continua liberada. Mas não tenho dúvida de que irá diminuir.
De volta ao Sant’Ana, este hoje iniciou seu comentário contando que, até pouco tempo atrás em países como o Uruguai e Argentina, conhecidos pela grande tolerância ao cigarro em ambientes públicos, costumava fumar em elevadores ou até mesmo igrejas (!!!). Citou os inúmeros cafés da Argentina onde, antes mesmo de lhes dar bom dia, o garçon já disponibilizava um cinzeiro. Fazendo ligação com a lei publicada no Diário Oficial de hoje, Sant’Ana relata que atualmente as coisas mudaram, o cigarro é cada vez mais proibido em locais públicos e até a cervejinha companheira de jogo não é mais permitida!
Confesso que sou bem mais tolerante à bebida alcoólica do que ao cigarro. Sou favorável ao completo isolamento dos fumantes que me obrigam a respirar a sua fumaça desagradável em ambientes públicos, inclusive ao ar livre. Mas tenho consciência dos problemas ocasionados ou agravados pelo álcool. Aí retomo a filosofia que citei anteriormente. Por que privar os torcedores da boa companhia da cerveja durante os jogos? Porque a maioria esquece que a sua irresponsabilidade poderá atingir o espaço de outras pessoas. O mesmo acontece no trânsito: estão mais do que claras as consequências que implicam dirigir alcoolizado. Mesmo assim, as pessoas insistem em misturar direção e álcool - talvez numa busca de auto-provação – e além de provocar acidentes, acabam envolvendo e prejudicando outros que nada tinham a ver com a sua total falta responsabilidade.
Vejo isso como o velho problema cultural do brasileiro. Enquanto não mudarmos a nossa mentalidade egoísta, continuaremos sendo privados de hábitos que são do agrado de todos, mas que por inconseqüência de alguns tornam-se o responsáveis por situações nada agradáveis.

Domingo, 30 de Março de 2008

1, 2, 3 eee... FOI!!

Preciso urgentemente descobrir meus “macetes” na hora de escrever! Por exemplo: uns dizem que preferem escrever sob pressão, as idéias fluem com maior facilidade. Outros se apavoram com a simples mensão de um prazo que bloqueia qualquer fluxo de inspiração. E ainda há os que adiam o início de um texto pelo maior tempo possível. Infelizmente ainda não me enquadrei em nenhuma situação específica. Na realidade, já escrevi artigos com prazos curtos com facilidade e também já adiei redações por quase séculos simplesmente (admito) por preguiça.
Eu ainda estou me conhecendo, me descobrindo na profissão que escolhi: o jornalismo. Se tudo der certo, escrever talvez seja o que eu mais farei até que meu corpo não responda mais meus estímulos (dramática...). Pra isso, o melhor a fazer é saber identificar as minhas situações mais favoráveis à uma composição textual. Espero que esse blog me ajude com isso.
Aqui, além de postagens como essa, publicarei textos produzidos em aula, utilizados em trabalhos, etc.. Por falar nisso, deixe-me situá-los: Faço faculdade de Jornalismo na PUCRS! Muitos professores nos incentivam a manter um blog.
Esse não é o meu primeiro. Há mais ou menos 3 anos atrás mantinha um com textos mais descomprometidos. Usava-o como brincadeira (não que esse também não possa ser, de vez em quando), mas ainda assim havia umas postagens interessantes (poucas, mas havia), como relembrei há uns dias atrás em que, depois de muito tempo, acessei o antigo blog. Estive pensando em republicar aqui algum...

Enfim, aqui foi minha introdução! Farei o possível para manter esse blog, no mínimo, interessante. Por quanto tempo ele irá durar!? Veremos.